Quem não entender isso vai ficar pra trás
O artesanato em resina não está acabando. O que está chegando ao fim é o artesanato feito sem intenção, sem identidade e sem propósito claro.
Durante muito tempo, bastava dominar uma técnica bonita ou acompanhar um efeito que estava em alta. Mas o mercado amadureceu. O cliente também. Em 2026, não vence quem faz mais rápido ou mais barato. Vence quem entende por que a peça existe, qual história ela carrega e qual transformação ela entrega.
Neste vídeo, o Bedu aprofunda exatamente esse ponto. A conversa vai além de técnicas e tendências visuais. Ela entra em território estratégico: valor, posicionamento, sustentabilidade, personalização e identidade.
Ao assistir, você percebe que estética sozinha não sustenta uma marca. Pode chamar atenção no primeiro momento, mas não cria recorrência, não constrói reputação e não gera autoridade. O que sustenta uma marca é significado.
Outro ponto central é a sustentabilidade. Em 2026, ela deixa de ser diferencial e passa a ser critério de compra. O consumidor quer saber de onde vêm os materiais, como são descartados os resíduos e qual é o impacto da produção. Isso muda completamente a forma de pensar o processo criativo.
A personalização também ganha ainda mais força. Não se trata apenas de colocar um nome na peça. Trata-se de criar conexão emocional. O cliente quer se enxergar no produto. Quer sentir que aquilo foi pensado para ele, que existe uma história ali.
O minimalismo volta com força, junto com a conexão com a natureza. Peças mais limpas, com cores naturais, transparências estratégicas e elementos orgânicos ganham espaço. Menos excesso. Mais intenção. Mais silêncio visual.
A tecnologia também entra no jogo. Inteligência artificial, impressão 3D e novas ferramentas digitais passam a fazer parte do processo criativo. Mas o ponto-chave não é usar tecnologia por usar. É integrá-la sem perder a identidade. A tecnologia deve ampliar a expressão do artesão, não substituí-la.
E talvez uma das tendências mais interessantes seja a valorização do imperfeito. O erro deixa de ser falha e passa a ser assinatura humana. Pequenas variações, marcas do processo, detalhes únicos se tornam prova de autenticidade. Em um mundo cada vez mais padronizado, o humano vira diferencial competitivo.
Esse é um conteúdo para quem quer viver de artesanato, não apenas produzir peças. Para quem entende que negócio criativo exige estratégia, visão e posicionamento.
Se você trabalha com resina e quer se preparar para 2026 com consciência e direção, vale assistir ao vídeo completo. Ele pode mudar a forma como você enxerga o seu próprio trabalho.


